Tumblelog by Soup.io
Newer posts are loading.
You are at the newest post.
Click here to check if anything new just came in.
lindaformanovidades99

Gravado No Museu Do Louvre


Como Funcionam Os Linux Containers, A Tecnologia Que Deu Começo Ao Docker


Para alavancar as vendas do varejo é preciso muito planejamento, entender a fundo os freguêses e, além de tudo, ter um muito bom atendimento no ponto de venda. Paralelamente, o canal do e-commerce, enquanto potencializador de vendas próximo ao cliente 2.0, também tem que ter essas premissas pra que o negócio online prospere e gere lucro.


É como convidar os fiéis para assistirem à missa, contudo não ter preparado o discurso ou nem sequer notar, de perto, os anseios pelos quais qualquer um deles demanda. No caso do varejo, quer seja no ponto de venda físico ou online, o empresário tem que se atentar a cada jogada, oportunizando a melhor experiência de compra quer seja por um viés, quer seja pelo outro.


Visto que, muito ainda que sejam canais distintos, é bastante comum que o mesmo comprador do recinto físico se disponha a por ventura comprar pelo blog e vice-versa. Nesse significado, e por não raciocinar de forma macro, o empresário acaba cometendo alguns pecados, que no e-commerce, sem o olho no olho com o cliente, podes precisar vez ou outra, o insucesso da operação.


Parece clichê essa indicação, todavia não é. Muito apesar de as grandes varejistas neste instante saibam como se comportar no mundo online, vários pequenos e médios empresários ainda patinam, por meses, no momento em que ofertam seus objeto e serviços no e-commerce. Isso acontece porque, por mais que exista - e deve haver - uma sintonia entre as campanhas, ações e coleções presentes no PDV físico, o ecommerce tem vida e prática próprias.

     
  • Construir os assuntos ou categorias de assuntos (não muitas)
  •  
  • Canais
  •  
  • Você poderá ir um bastante tempo procurando o conteúdo ideal
  •  
  • Publicidade (por ex.: Google Adsense)

Ele requer a checagem frequente da concorrência online, e também um planejamento de marketing digital específico que ajudam a melhorar o rankeamento da organização na internet. Sem deixar de lado as estratégias nas mídias sociais para ampliar o número de seguidores e, consequentemente, melhorar o tráfego de internautas dentro do blog, ou melhor, acrescentar os leads e gerar a venda.


Contrário do PDV físico, no qual o consumidor terá tempo e será capaz de ser convencido a transportar outro objeto similar, com a boa atuação de um vendedor, no varejo online, a decepção por não ter o objeto em estoque é imediata. Muitas vezes o internauta se dirige ao e-commerce com uma procura específica e bem acordada.


A pesquisa pelo artefato, em geral, foi feita nos sites de busca (Google, Yahoo, Buscapé, etc.) e o anúncio encontrado condiz com a sua necessidade. Contudo acessar o blog e não encontrar o item é qualquer coisa difícil de ser sanado. São segundos, nos quais o consumidor terá para visualizar e ver a não disponibilidade e por consequência, dirigir-se a outro blog.


É como uma compra por impulso, associada a: demanda específica, disponibilidade, preço e condições ou oferta para pagamento. Pros varejos online, é primordial investir numa plataforma com uma infraestrutura para responder a procura deste tipo de operação. Isso significa discursar: além do portal, o varejista deve refletir nas versões compatíveis pra mobile e até em aplicativos.


Há desde plataformas mais acessível, como a Woocommerce, compatível com sites em WordPress, até plataformas mais complexas como Magento ou Vertex. Cada uma delas tem suas vantagens e desvantagens, o relevante é que elas atendam às necessidades da empresa e resultem em um ótimo gasto-benefício, interessante navegabilidade e design e local compreensível com os objetivos da marca.


Caso contrário, o que poderia se tornar um negócio rentável, acaba sendo visto pelo cliente como uma loja amadora, com sistema demorado e ineficiente, não transparecendo a segurança necessária. Outro ponto a ser destacado é a visualização dos produtos. Boas fotos, com diversos ângulos e de diferentes maneiras: sutil e ambientadas, ajudam a precisar a decisão de compra ou não, por causa de o cliente não tem a peça nas mãos.

Tags: blog

Don't be the product, buy the product!

Schweinderl